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Com Covid-19, Guiné-Bissau cita importância de fundo da ONU para consolidar a paz
Alta comissária para Luta contra Covid-19 na Guiné-Bissau aponta relevância na ajuda a jovens e mulheres.
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Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Guiné-Bissau
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Estes são os objetivos para os quais as Nações Unidas estão contribuindo a fim de que possamos atingir a Agenda 2030 na Guiné-Bissau.
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20 novembro 2020
Com Covid-19, Guiné-Bissau cita importância de fundo da ONU para consolidar a paz
Esta semana, as Nações Unidas avaliaram o trabalho da Comissão para a Consolidação da Paz, PBC. A Guiné-Bissau é o único país lusófono que tem recebido fundos desta iniciativa para nações emergindo ou na iminência de conflitos.
A PBC aponta a falta de recursos, principalmente financeiros, como um dos bloqueios para o sucesso da consolidação da paz. Por isso, o secretário-geral criou um fundo que, desde 2005, apoia a recuperação de situações pós-conflito. Em tempo de pandemia, a ONU realça maior preocupação com este grupo de nações.
Atenção
Falando sobre o impacto da iniciativa diante da crise global de saúde, a alta comissária para a Luta contra a Covid-19 na Guiné-Bissau, Magda Robalo, disse à ONU News que considera bem-vinda esta atenção especial.
“O Fundo das Nações Unidas para a Consolidação da Paz, sobretudo a proposta do secretário-geral de investir 15% do orçamento integral do último ano de uma missão de manutenção de paz para cada ano durante dois anos, e dedicar esse financiamento sobretudo para fazer avançar a agenda da igualdade de gênero e empoderamento feminino, particularmente durante a pandemia de Covid, é para mim de uma importância extraordinária.”
Em dezembro, termina o mandato do Escritório Integrado da ONU na Guiné-Bissau, Uniogbis, um facto que para a comunidade internacional é um marco na estabilização. Com o fim da transição da missão política no país, as suas funções passam para órgãos nacionais e regionais.
Diante da pandemia, os olhares estão fixados na recuperação. A representante guineense defende que iniciativas como transferências de dinheiro podem aliviar a situação econômica e social das populações afetadas pela Covid-19.
Desenvolvimento
Magda Robalo disse ainda que depois do próximo mês o país contará com parcerias nesta área envolvendo entidades internacionais, incluindo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, e o Programa da ONU para o Desenvolvimento, Pnud.
“Nós, enquanto Alto Comissariado para a Luta contra a Covid-19, temos como um dos eixos estratégicos da nossa intervenção a mitigação do impacto social e econômico da pandemia. Vamos continuar a trabalhar na esteira daquilo que foi o apoio da Uniogbis na Guiné-Bissau. Já temos um projeto elaborado com o apoio do Banco Africano de Desenvolvimento que vai fornecer o financiamento. Nós estamos a trabalhar em colaboração com o Pnud e o Unicef para iniciar projetos de apoio comunitário e cashtranfer para reforçar a resiliência das comunidades, dando prioridade para as mulheres e para os jovens.”
O Fundo de Consolidação da Paz tem a estratégia para a Guiné-Bissau liderada pelo Brasil. Nos desafios da rota de estabilização do país africano, o mecanismo da comunidade internacional investiu cerca de US$ 47 milhões entre 2008 e 2019, com US$ 4 milhões atribuídos em 2020.
A iniciativa tem desempenhado um papel importante em diferentes aspectos da vida política, social e económica dos bissau-guineenses. Tem apoiado projectos que visam a participação política das mulheres e dos jovens, a mobilização da juventude rural para preparar a liderança, a geração de emprego, o processo eleitoral e o sector da comunicação social.
Projetos
O secretário-geral adjunto da ONU para o Apoio à Construção da Paz, Oscar Fernandez-Taranco, disse que "o fundo permitiu que a Missão e a Equipa do país da ONU trabalhassem em conjunto de modo inovador para lidar com os factores de tensão, envolvendo instituições, actores políticos e movimentos de base."
A iniciativa também tem sido crítica na transição da ONU, afirmou a coordenadora do Fundo para a Guiné-Bissau desde 2016, Janet Murdock.
Segundo ela, a iniciativa está a apoiar a transição com dois projectos-chave que começaram em 2019 como a "estabilização política e reforma sistémica, e um segundo relativo à droga e ao crime transnacional."
Murdock contou que o projecto de estabilização política ajudou a permitir a implementação do Acordo de Conacri, que fornece um roteiro para a estabilização do país através do diálogo político e reformas sistémicas, com a participação da sociedade civil.
A coordenadora afirmou ainda que "o projecto droga e criminalidade transnacional permitirá uma abordagem mais coordenada do combate ao tráfico de droga e à criminalidade transnacional."
Esta história foi originalmente postada por UN News.
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História
19 novembro 2020
ONU na Guiné-bissau celebra O dia das Nações Unidas com jovens, virada para o futuro
Na Guiné-Bissau, para além desses desafios, temos trabalhado arduamente para preparar o caminho para uma transição sem descontinuidades para um cenário sem Missão política e para a reconfiguração da ONU. Neste contexto, com um modesto programa de celebrações, o Dia da ONU encerrará uma série de actividades organizadas desde Junho para observar o aniversário da ONU 75, incluindo o inquérito lançado pelo Secretário-Geral ao qual 2500 bissau-guineenses responderam, três diálogos online e quatro djumbais regionais sobre a ONU 75.
Todas estas actividades foram organizadas com a Rede Nacional da Juventude (RENAJ) e o Conselho Nacional da Juventude (CNJ) e são elas que lideram as celebrações do dia da ONU.
O programa inclui um debate radiofónico na Rádio Jovem no dia 22 de Outubro, às 17 horas; uma visita e uma Aula Aberta sobre a ONU por altos funcionários da ONU no Centro Multimédia do Media Consortium (CMICS), onde está a funcionar o primeiro curso de jornalismo profissional do país, no dia 23 de Outubro às 10 horas.
No próprio dia da ONU, dia 24 de outubro, a família da ONU juntará esforços com a associação comunitária para limpar e reparar o parque de Meterologia em Bissau. À noite, após as notícias na TV Nacional, iremos exibir o filme "Nações Unidas", seguido de um debate televisivo sobre a ONU 75 na TV Nacional (TGB) com o Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral, Mamadou Diallo, o Representante da OMS, Jean-Marie Kipella, o investigador em ciência política do INEP, Rui Jorge Semedo e o secretário para a política e educação cívica do CNJ, Damião Mendes.
O debate foi pré-gravado a 20 de Outubro no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa perante uma audiência ao vivo de 15 jovens líderes que "grelharam" positivamente o painel com perguntas sobre a ONU no mundo e na Guiné-Bissau, os seus desafios e transmitindo a sua visão para o futuro.
"As vossas perguntas já transmitem a vossa visão da ONU. Cabe-vos a vocês construí-la, construir o futuro que desejam", disse o RESG/RC Mamadou Diallo aos jovens líderes.
Por ocasião da celebração da ONU 75, a Representante Especial do Secretário-Geral da ONU na Guiné-Bissau e chefe do UNIOGBIS, Rosine Sori-Coulibaly gostaria de "encorajar todos os guineenses bissau-guineenses a continuar o trabalho para um consenso nacional em torno das prioridades deste país, independentemente de quem tem poder. Isto reforçará os alicerces que espero que tenhamos tido um papel na construção e virar a página para a frente no caminho do desenvolvimento. “.
Na sua mensagem oficial para o Dia da ONU, o secretário-geral Guterres também deu ênfase ao facto de a ONU pertencer a todos nós, "nós os povos" e apelou a todos para trabalharem em conjunto para "realizar a nossa visão comum de um mundo melhor para todos".
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História
19 novembro 2020
Sociedade civil da Guiné-Bissau aprova agenda comum para a paz e o desenvolvimento sustentável
A agenda aprovada tem cinco eixos, a saber, Promoção do diálogo político entre os atores políticos; Promoção e fiscalização do Estado de Direito, justiça e combate à impunidade; Promoção da transparência e combate à corrupção; melhor coordenação das ações das OSCs no combate ao COVID 19; Promoção e acompanhamento dos compromissos anteriores de estabilidade - Pacto de estabilidade.
A iniciativa surgiu após reflexão conjunta nas últimas semanas dos líderes das OSC que concluíram que a sociedade civil na Guiné-Bissau estava dividida, vulnerável à influência política e não deu seguimento a iniciativas anteriores, como o Pacto de Estabilidade de fevereiro de 2019. Concluiram ainda que essas fraquezas estavam a fazer com que a sociedade civil perdesse credibilidade, eficácia e impacto. Fazem parte do grupo as principais organizações e redes do país, tais como Movimento da Sociedade Civil, Liga Guineense dos Direitos Humanos, Plataforma Política Feminina, Rede de Associações Juvenis (RENAJ) e Conselho Nacional da Juventude (CNJ).
As OSCs vão agora trabalhar na estratégia para levar adiante a sua agenda. “Não estamos aqui para criar uma organização, estamos aqui para criar um espaço de coordenação para termos uma agenda nacional comum para a paz e o desenvolvimento sustentável”, afirmou Fode Carambá Sanha, líder do Movimento. “Não estamos vinculados a nenhum partido político. Todos devemos evitar e denunciar tudo o que possa prejudicar nosso desenvolvimento e prejudicar o povo deste país. Cada um de nós deve fazer um esforço para convidar outras pessoas a fazerem parte deste espaço. Qualquer organização pode propor um tema a ser debatido para se chegar a uma posição comum”, afirmou Fode Carambá Sanha explicando os princípios que norteiam a plataforma comum da sociedade civil. Augusto Mário, presidente da Liga dos Direitos Humanos, disse por sua vez que “Não é a primeira vez que tentamos fortalecer a nossa ação conjunta, muitas vezes conseguimos, às vezes falhamos”. “A tecnologia agora oferece-nos a oportunidade de estender nossa discussão aos nossos membros nas regiões”, afirmou Augusto Mário destacando a participação de membros de OSCs das regiões via videoconferência. As Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNIOGBIS e PNUD) e a União Europeia apoiam esta iniciativa.
A iniciativa surgiu após reflexão conjunta nas últimas semanas dos líderes das OSC que concluíram que a sociedade civil na Guiné-Bissau estava dividida, vulnerável à influência política e não deu seguimento a iniciativas anteriores, como o Pacto de Estabilidade de fevereiro de 2019. Concluiram ainda que essas fraquezas estavam a fazer com que a sociedade civil perdesse credibilidade, eficácia e impacto. Fazem parte do grupo as principais organizações e redes do país, tais como Movimento da Sociedade Civil, Liga Guineense dos Direitos Humanos, Plataforma Política Feminina, Rede de Associações Juvenis (RENAJ) e Conselho Nacional da Juventude (CNJ).
As OSCs vão agora trabalhar na estratégia para levar adiante a sua agenda. “Não estamos aqui para criar uma organização, estamos aqui para criar um espaço de coordenação para termos uma agenda nacional comum para a paz e o desenvolvimento sustentável”, afirmou Fode Carambá Sanha, líder do Movimento. “Não estamos vinculados a nenhum partido político. Todos devemos evitar e denunciar tudo o que possa prejudicar nosso desenvolvimento e prejudicar o povo deste país. Cada um de nós deve fazer um esforço para convidar outras pessoas a fazerem parte deste espaço. Qualquer organização pode propor um tema a ser debatido para se chegar a uma posição comum”, afirmou Fode Carambá Sanha explicando os princípios que norteiam a plataforma comum da sociedade civil. Augusto Mário, presidente da Liga dos Direitos Humanos, disse por sua vez que “Não é a primeira vez que tentamos fortalecer a nossa ação conjunta, muitas vezes conseguimos, às vezes falhamos”. “A tecnologia agora oferece-nos a oportunidade de estender nossa discussão aos nossos membros nas regiões”, afirmou Augusto Mário destacando a participação de membros de OSCs das regiões via videoconferência. As Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNIOGBIS e PNUD) e a União Europeia apoiam esta iniciativa.
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Comunicado de Imprensa
18 dezembro 2020
Dia Mundial de Luta Contra a SIDA 2020
Anualmente, no dia 1 de Dezembro, a comunidade mundial junta-se para comemorar o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA manifestando assim o seu apoio às pessoas que vivem com o VIH e recordando todos aqueles cujas vidas a SIDA ceifou.
No mundo, contabilizam-se 38 milhões de pessoas que vivem com o VIH, 67% dos quais vivem na Região Africana da OMS. Em 2019, foram infectadas mais de 1 milhão de pessoas pelo VIH, estas novas infecções representam 60% do total mundial e, lamentavelmente, 440 mil pessoas faleceram na Região devido a causas associadas ao vírus da imunodeficiência humana.
O tema escolhido para o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA deste ano apela à “solidariedade mundial e responsabilidade partilhada”. No contexto da pandemia da COVID-19 esse apelo torna-se imperioso uma vez que constantemente se realça a importância do mundo estar unido, com uma liderança determinada por parte dos governos e das comunidades para sustentar e ampliar o acesso a serviços essenciais, incluindo prevenção e despistagem do VIH e respectivos tratamento e cuidados.
Esta pandemia tem desafiado ainda mais os países para que proporcionem estes serviços, em particular nas zonas afectadas por conflitos, catástrofes, surtos ou onde se verifica um crescimento rápido da população. Acresce o facto de, na Região Africana, as novas infecções devidas ao VIH e os óbitos associados à SIDA não estarem a baixar suficientemente depressa, para cumprir a meta dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável visando pôr cobro à epidemia de SIDA até 2030. As crianças que vivem com o VIH não têm sido adequadamente identificadas para efeitos de tratamento. As raparigas e mulheres com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos representam 37% de todos as novas infecções de VIH e o estigma e a discriminação, nomeadamente contra populações essenciais neste combate, continuam a constituir barreiras no que diz respeito ao acesso a serviços de saúde.
Pese embora esses desafios, estão a dar-se progressos significativos nos países africanos. O ano de 2020 é um marco rumo ao fim da epidemia de SIDA e 81% das pessoas que vivem com o VIH estão cientes da sua situação. De entre elas, 70% dos adultos e 53% das crianças estão a receber terapêutica anti-retroviral (TAR) vitalícia. Oitenta e cinco por cento das mulheres grávidas e a amamentar que vivem com o VIH tomam uma terapêutica anti-retroviral, protegendo não só a saúde delas como ainda evitando a transmissão do VIH aos seus recém-nascidos.
Neste Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, congratulo com os governos, os parceiros e as comunidades que contribuíram para os progressos realizados em matéria de VIH na Região e que encontraram formas inovadoras para manter em funcionamento os serviços durante a pandemia de COVID-19.
Por exemplo, os jovens que vivem com o VIH na Zâmbia têm vindo a advogar a eliminação do estigma, a adesão ao tratamento contra o VIH, o acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, bem como o apoio da saúde mental. Outrossim, estão a contribuir para a resposta nacional à COVID-19 através da criação e divulgação de mensagens sobre a saúde, desmontando mitos e aumentando a tomada de consciência.
Na Costa do Marfim, na Nigéria e no Senegal, mulheres que vivem com o VIH estão a fazer as vezes de farmacêuticos comunitários, indo visitar zonas semi-urbanas e rurais de difícil acesso para facilitar a entrega domiciliária de tratamentos contra o VIH, mas também de medicamentos para outras doenças. Estão a ajudar a fazer com que ninguém fique para trás durante a crise da COVID-19.
Para suster e acelerar os ganhos obtidos, exorto governos e parceiros a unirem-se com o mesmo grau de urgência e liderança que souberam demonstrar na resposta à COVID-19 para aumentarem o seu financiamento interno e reforçarem os sistemas de saúde.
Tem de haver solidariedade mundial e reponsabilidade partilhada entre todas as partes interessadas de modo a garantir cuidados integrados, de qualidade e focalizados nas pessoas, bem como um aprovisionamento ininterrupto de produtos essenciais para os serviços de VIH.
Os direitos das mulheres e raparigas tal como a igualdade de género têm de estar no centro para pôr fim a novas infecções de VIH entre raparigas e jovens mulheres.
Por fim, insto as comunidades, em particular as pessoas que vivem com o VIH, a serem proactivas nos seus próprios cuidados e a perceberem como evitar a propagação de infecções.
Neste Dia Mundial de Luta Contra a SIDA cabe-nos a nós todos, exigir responsabilidade partilhada e solidariedade mundial em prol da manutenção dos serviços de VIH durante a pandemia de COVID-19, assim como no nosso empenho para atingir as metas da Agenda 2030.
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Comunicado de Imprensa
20 novembro 2020
Jornalistas da Guiné-Bissau recebem vídeos de formação sobre o Coronavírus em crioulo
Como os jornalistas podem evitar espalhar o pânico enquanto fazem uma cobertura profunda e equilibrada da pandemia? Os jornalistas são um dos grupos mais vulneráveis durante uma pandemia. Porque têm que continuar a trabalhar, para garantir à população o direito de ser informada. Mas expõem-se à doença, e as suas condições de trabalho agravam-se com a falta de transportes públicos ou a dificuldade de acesso a fontes de informação.
Como a pandemia está a impedir a realização de uma formação presencial, a ONU na Guiné-Bissau procurou formas inovadoras de formação e, pela primeira vez, oferece um curso à distância para todos os jornalistas na Guiné-Bissau.
O curso inclui 4 vídeos curtos feitos por especialistas em direito, jornalismo e saúde. Depois de assistir aos vídeos, os jornalistas devem preencher um questionário e, se tiverem 75% de respostas corretas, receberão um certificado de formação eletrónico.
Para compensar a falta de acesso à Internet que poderia impedir a exibição dos vídeos, foram entregues 20 pen drives com a formação aos representantes das classes RENARC e SINJOTECS, que garantirão a circulação do treinamento em Bissau e nas regiãos, para que todos possam se beneficiar.
Os 4 vídeos, realizados em crioulo são os seguintes: 1. Como é que o estado de emergência afeta os jornalistas ? YASMINE CABRAL, Conselheiro para direitos humanos do UNIOGBIS 2. Como podem os jornalistas proteger-se para não apanhar o vírus? INDIRA BALDE, Presidente do Sindicato de jornalismo SINJOTECS 3. Fake News e terminologia do Coronavírus por MUSSÁ BALDÉ, jornalista 4. O Coronavírus ponto de vista da OMS_ Dr. KIPELA(DG OMS)
Esta atividade foi financiada pelo Fundo de Consolidação da Paz (PBF) e implementada pela missão da ONU na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) e o Programa das Nações unidas pelo desenvolvimento (PNUD). O Coronavirus - Dr. KIPELADG OMS Como é que o estado de emergência afeta os jornalistas - Yasmine Cabral Fake News e terminologia do Coronavirus - Mussá Baldé Como podem os jornalistas se protegerem para não apanhar o vírus - Indira Baldé
Como a pandemia está a impedir a realização de uma formação presencial, a ONU na Guiné-Bissau procurou formas inovadoras de formação e, pela primeira vez, oferece um curso à distância para todos os jornalistas na Guiné-Bissau.
O curso inclui 4 vídeos curtos feitos por especialistas em direito, jornalismo e saúde. Depois de assistir aos vídeos, os jornalistas devem preencher um questionário e, se tiverem 75% de respostas corretas, receberão um certificado de formação eletrónico.
Para compensar a falta de acesso à Internet que poderia impedir a exibição dos vídeos, foram entregues 20 pen drives com a formação aos representantes das classes RENARC e SINJOTECS, que garantirão a circulação do treinamento em Bissau e nas regiãos, para que todos possam se beneficiar.
Os 4 vídeos, realizados em crioulo são os seguintes: 1. Como é que o estado de emergência afeta os jornalistas ? YASMINE CABRAL, Conselheiro para direitos humanos do UNIOGBIS 2. Como podem os jornalistas proteger-se para não apanhar o vírus? INDIRA BALDE, Presidente do Sindicato de jornalismo SINJOTECS 3. Fake News e terminologia do Coronavírus por MUSSÁ BALDÉ, jornalista 4. O Coronavírus ponto de vista da OMS_ Dr. KIPELA(DG OMS)
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Comunicado de Imprensa
20 novembro 2020
Diálogos sobre o futuro da ONU e do mundo começam a 2 de julho na Guiné-Bissau
O diálogo conta com a participação da Representante Especial do Secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, Rosine Sori-Coulibaly e do Representante Adjunto e Coordenador Residente, Mamadou Diallo.
O segundo e terceiro diálogo estão programados para os dia 5 de agosto e 2 de setembro, respetivamente. Os diálogos e todas as atividades no contexto da UN 75 estão a ser organizadas em conjunto com a Rede nacional de Associações Juvenis (RENAJ) e o Conselho Nacional da Juventude (CNJ).
Para além dos diálogos, um grupo de 40 voluntários destas organizações vão começar a implementar a sondagem “UN75 para além de 2020” no país, respeitando as restrições impostas pela pandemia do COVID 19.
Desde o lançamento oficial da iniciativa UN75 a 1 de janeiro de 2020, mais de 23 mil pessoas em todas as regiões do mundo participaram na sondagem sobre a ONU e o multilateralismo. Desde então, as agências e escritórios da ONU em todo o mundo continuam a participar e a partilhar a sondagem de um minuto, além de organizar e organizar os diálogos também nas regiões durante o mês de agosto.
Para assinalar o seu 75º aniversário em 2020, as Nações Unidas lançaram um diálogo a nível global sobre o papel da cooperação global na construção do futuro. A resolução da Assembleia Geral da ONU para comemorar o 75º aniversário da Organização enfatizou a necessidade de envolver os jovens.
O segundo e terceiro diálogo estão programados para os dia 5 de agosto e 2 de setembro, respetivamente. Os diálogos e todas as atividades no contexto da UN 75 estão a ser organizadas em conjunto com a Rede nacional de Associações Juvenis (RENAJ) e o Conselho Nacional da Juventude (CNJ).
Para além dos diálogos, um grupo de 40 voluntários destas organizações vão começar a implementar a sondagem “UN75 para além de 2020” no país, respeitando as restrições impostas pela pandemia do COVID 19.
Desde o lançamento oficial da iniciativa UN75 a 1 de janeiro de 2020, mais de 23 mil pessoas em todas as regiões do mundo participaram na sondagem sobre a ONU e o multilateralismo. Desde então, as agências e escritórios da ONU em todo o mundo continuam a participar e a partilhar a sondagem de um minuto, além de organizar e organizar os diálogos também nas regiões durante o mês de agosto.
Para assinalar o seu 75º aniversário em 2020, as Nações Unidas lançaram um diálogo a nível global sobre o papel da cooperação global na construção do futuro. A resolução da Assembleia Geral da ONU para comemorar o 75º aniversário da Organização enfatizou a necessidade de envolver os jovens.
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20 novembro 2020
Guiné-Bissau vulnerável ao choque do COVID-19
Muitos governos já anunciaram algumas medidas para estimular o sistema financeiro, salvaguardar as pequenas e médias empresas e proteger famílias e trabalhadores. Outros países estudam pacotes de emergência para tentar reverter o impacto da pandemia.
Na Guiné-Bissau, que já se deparava com problema de ajuda ao desenvolvimento por causa da crise politica, a pandemia de COVID19 veio complicar ainda mais a situação económica do país. Dependente das importações e com o Produto Interno Bruto (PIB) assente na exportação do caju, a Guiné-Bissau vê a sua economia praticamente paralisada devido à quarentena e o encerramento de fronteiras à escala global.
Segundo o economista Guineense, Aliu Soares Cassama, a economia guineense como qualquer outra “sofreu um impacto negativo devido a pandemia de COVID19, alertando que economia guineense para além de ser extremamente fraco, é vulnerável ao choque externo e ao branqueamento de capitais.”.
“Como sabemos, os meados de março e julho são considerados pico do crescimento económico da Guiné-Bissau, ou seja periodo da comercialização de castanha de Cajú, um produto que representa 90 por cento de exportação bruta do nosso país e contribui com 64 por cento de exportação bruta no espaço UEMOA”, acrescenta Aliu Soares Cassama.
Com o surgimento de novos casos as autoridades nacionais adoptaram medidas que regulamentam o estado de emergência e que também estão a dificultar a vida da população que vivem do mercado informal.
Aliu Soares Cassama sustenta que a Guiné-Bissau sendo um país puramente importador, essas medidas podem levar o país a registar sucessivos défices da balança comercial. Condicionando as restrições de oferta podem levar o país a registrar uma inflação galopante, ou seja, subida generalizada dos preços.
“As mulheres e jovens que vendem diariamente nos diferentes mercados do país direta ou indiretamente contribuem 90 por cento para o crescimento económico, e muitas familias vivem do desse mercado informal” disse o economista.
As limitações impostas estão a suscitar reações da população que para conseguirem por pão na mesa precisam vender, o que não estão a conseguir fazer neste momento por causa da doença.
A cidadã Mariatu Sané, disse que têm “coinciência de que a doença existe e é muito perigosa, mas sentados em casa sem vender vão morrer de fome, não da doença, lamentndo que o estado não a prestar assistências às mulheres que são providores da familia, por isso vão ter de arriscar a vida e sair na rua para vender e conseguir algo para comer”.
“Muitas familias estão a passar dificuldades, antes vendiamos bem, mas agora não, o tempo é pouco, vais para o mercado mal começas a vender já toca a hora e começas a arrumar as coisas de novo, esta dificil assim para nós, estamos a passar muitas dificuldades com essa quarentena”, disse Mariatu.
Por outro lado, Saido Djalo, lamenta a situação das pessoas nas tabanças, “que já estão a passar fome”, e pede ao estado para ajudar as populações das zonas rurais com géneros alimentícios para aliviar a fome das populações, alertando que eles vivem da campanha de castanha de caju, e com o coronavirus a campanha ficou comprometida, por isso precisam de ajuda do estado.
Para ajudar famílias que já estão a passar por dificuldades surgiram Iniciativas como “TADJAFOME”, “NÔ DJUNTA MON” e outras com o objectivo de ajudar as familias mais carênciadas com uma cesta básica. Várias familias já benefciaram desssa ajuda e agora estão alargar ajuda para as regiões.
A Guiné-Bissau beneficiou recentemente de perdão de dívida concedida pelo Fundo Monetário Internacional a 25 países mais pobres incluindo a Guiné-Bissau para facilitar as medidas de respostas ao COVID19. Esta medida permite cobrir durante seis meses os reembolsos relativos à dívida destes Estados para com esta instituição financeira e desta forma “afectar uma maior parte dos seus magros recursos aos esforços em assuntos de urgência médica e ajuda”, informa a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva.
Por outro lado, a União Africana nomeou recentemente um grupo de enviados especiais para mobilizar a comunidade internacional no apoio à economia dos países africanos que enfrentam a pandemia de covid-19.
O Banco Mundial, que na Guiné-Bissau financia a resposta ao COVID-19, também alertou que o novo coronavírus poderá levar o continente africano a um de seus piores desempenhos económicos num quarto de século, alertando que a pandemia pode também custar de US$ 37 bilhões a US$ 79 bilhões em perdas de produção para a África em 2020 devido a uma combinação de efeitos como a interrupção da cadeia de comércio e valor que impacta os exportadores de commodities e países com forte participação no comércio.
Para além destes apoios o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA/IFAD) tenciona ajudar os produtores e comerciantes de caju para salvar a campanha de 2020.
No dia 23 de Abril, a Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) organiza uma conferencia extraordinária de Chefes de Estado para analisar o impacto da pandemia e decidir medidas adicionais para apoiar os estados-membros. A Guiné-Bissau vai participar.
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