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22 abril 2026
Universidade Lusófona da Guiné promove 1.ª Conferência Diplomática sobre Diplomacia e Desafios Globais
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14 abril 2026
ONU em ação conjunta pelas comunidades de Quinara e Tombali
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01 abril 2026
Relatório da LGDH reforça compromisso com os direitos humanos na Guiné-Bissau
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Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Guiné-Bissau
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Estes são os objetivos para os quais as Nações Unidas estão a contribuir a fim de que possamos atingir a Agenda 2030 em Moçambique:
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01 abril 2026
Relatório da LGDH reforça compromisso com os direitos humanos na Guiné-Bissau
O Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau e a Coordenadora Residente das Nações Unidas Guiné-Bissau tiveram a honra de se juntar hoje a defensores dos direitos humanos e atores da sociedade civil para o lançamento do relatório da LGDH - Liga Guineense dos Direitos Humanos sobre a situação dos direitos humanos na Guiné-Bissau (2023-2025), apoiado pelo Camões - Instituto da Coopera;\ao e da L]ingua, I.P. Uma ocasião oportuna para reafirmarmos conjuntamente o nosso compromisso em acompanhar o país e o seu povo rumo a um futuro onde os #direitoshumanos de todas as pessoas sejam respeitados e defendidos. O relatório ecoa as conclusões da recente #RevisãoPeriódicaUniversal da Guiné-Bissau.#UniaoEuropeiaNaGuineBissau #onuguinébissau #UEnaGuineBissau50 #EUDiplomacy #StrongerTogether
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13 fevereiro 2026
A ONU felicita os três jornalistas guineenses distinguidos com o Prémio Jornalismo e Direitos Humanos 2025
No dia 10 de fevereiro, três jornalistas guineenses foram distinguidos com o Prémio Jornalismo e Direitos Humanos 2025, promovido pelo Consórcio Casa dos Direitos, em parceria com a Cooperação Portuguesa e a União Europeia, no âmbito da 12.ª edição da Quinzena dos Direitos.Os premiados desta edição foram:Aminata Seide – Rádio Djumbai FMAdelina de Barros – Jornal Nô PintchaLamine Mané – Rádio Galáxia de PindjiguitiForam reconhecidos pelo seu compromisso em dar voz às comunidades, denunciar injustiças e promover a dignidade humana. Durante a cerimónia, várias personalidades destacaram a importância do jornalismo livre na construção de uma sociedade mais justa:Liga Guineense dos Direitos Humanos alertou para os desafios profundos enfrentados pelos jornalistas: precariedade laboral, falta de meios e dificuldades financeiras.ACEP reforçou a necessidade de proteger o espaço cívico e fortalecer a democracia.ONU sublinhou que o jornalismo tem sido essencial para denunciar injustiças, dar voz à comunidades marginalizadas e inspirar políticas inclusivasUE lembrou que os jornalistas são defensores dos direitos humanos e apelou a medidas concretas para proteger a liberdade de expressão.Portugal destacou que informar com rigor e humanidade é um ato de responsabilidade e compromisso com os direitos humanos.A cerimónia reafirmou o papel essencial da imprensa livre na defesa dos direitos humanos e no fortalecimento da democracia na Guiné Bissau.Que este reconhecimento seja inspiração para continuar a informar com coragem, ética e humanidade.#jornalismo #direitoshumanos #GuinéBissau #LiberdadeDeImprensa #QuinzenaDosDireitos #ONU
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10 fevereiro 2026
ONU avalia gestão de resíduos em Antula e Safim com foco em soluções sustentáveis
Reafirmando o compromisso contínuo das Nações Unidas em fortalecer as capacidades nacionais, apoiar soluções sustentáveis e melhorar as condições de vida da população, uma equipa da ONU, composta pela Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas, pela Representante do PNUD e por técnicos ambientais, realizou no dia 9 de fevereiro uma visita conjunta aos vazadouros de Antula e Safim. O principal motivo desta visita foi observar, no terreno, a aplicação do Método Fukuoka, uma tecnologia japonesa inovadora para a gestão de resíduos, implementada com o apoio de especialistas do Japão, bem como avaliar de perto a situação ambiental crítica decorrente da má gestão dos resíduos sólidos urbanos e das suas consequências para a saúde pública, o ambiente e os ecossistemas costeiros.Durante a visita, a delegação manteve um diálogo direto com catadores e compradores de resíduos no vazadouro de Safim, reforçando a importância da economia circular, da valorização dos materiais recicláveis e da promoção de meios de subsistência mais dignos. Esta iniciativa é implementada pelo PNUD em parceria com a UN‑Habitat, com financiamento do Governo do Japão.
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24 outubro 2025
80 Anos das Nações Unidas: Celebrados com o Povo da Guiné Bissau
Em 2025, as Nações Unidas assinalaram 80 anos de compromisso global com a paz, os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. Na Guiné‑Bissau, este aniversário foi celebrado de uma forma profundamente inclusiva: viajando pelo país e encontrando as populações onde elas estão. Entre 10 e 23 de outubro de 2025, a ONU, em parceria com o grupo cultural Netos de Bandim, realizou uma caravana cultural e institucional que percorreu oito regiões, levando diálogo, arte e informação sobre o mandato das Nações Unidas a algumas das comunidades mais remotas e vulneráveis do país. A caravana visitou os lumus (mercados tradicionais) de Quinhamel, Bula, Pitche, Bantandjam, Quebo, Bolama, Buba e Mansoa, criando espaços de conversa aberta sobre desafios de desenvolvimento, aspirações e realidades do quotidiano. Esta abordagem reforçou uma das mensagens centrais da celebração dos 80 anos: as Nações Unidas existem para servir os povos, e o desenvolvimento é mais eficaz quando construído com as comunidades, e não apenas para elas. Ao longo de todas as etapas, os cidadãos partilharam mensagens poderosas que evidenciam as suas prioridades e necessidades imediatas:Acesso a serviços sociais básicosAs comunidades sublinharam a urgência de melhorar serviços essenciais: água potável, eletricidade, cuidados de saúde e educação de qualidade, incluindo a construção e reabilitação de escolas, hospitais e jardins infantis. Muitas localidades alertaram para a falta de carteiras, salas adequadas e a necessidade de programas de alfabetização para mulheres e adultos. Infraestruturas e mobilidadeA inexistência de infraestruturas adequadas foi identificada como uma barreira crítica ao progresso. Foram destacados a necessidade de estradas pavimentadas, melhor transporte marítimo e melhorias nos mercados para facilitar deslocações, trocas comerciais e acesso a serviços essenciais. Agricultura, segurança alimentar e meios de subsistênciaEm zonas agrícolas, a população pediu apoio para a reabilitação das bolanhas, fornecimento de sementes, ferramentas, tratores e gestão pecuária. Foram igualmente referidas melhores condições para a produção e exportação de produtos hortícolas e caju. A luta contra a fome e o reforço da segurança alimentar surgiram como prioridades amplamente partilhadas. Emprego jovem e oportunidadesOs jovens solicitaram formação profissional, oportunidades de emprego e iniciativas que os ajudem a contribuir para o desenvolvimento local, reduzindo vulnerabilidades como o consumo de drogas e a migração irregular. A criação de espaços juvenis e programas vocacionais foi um apelo frequente. Empoderamento das mulheres e inclusão económicaAs mulheres — especialmente horticultoras e vendedoras — pediram acesso ao microcrédito, apoio ao desenvolvimento de pequenos negócios e melhores oportunidades para expandir as suas atividades agrícolas e comerciais. Também sublinharam a importância da alfabetização e de programas de capacitação adaptados às suas realidades. Inclusão das pessoas com deficiênciaEm várias comunidades, foi destacada a necessidade de maior atenção aos direitos e inclusão das pessoas com deficiência, incluindo a acessibilidade aos serviços públicos e maior sensibilização nas instituições locais. Paz, coesão social e proteçãoAs comunidades expressaram um forte desejo de paz, coesão social e segurança, reconhecendo estes elementos como fundamentais para o bem‑estar coletivo. Foram compartilhadas preocupações com o consumo de drogas entre jovens, a proteção de mulheres e crianças e a importância de mecanismos que promovam harmonia e convivência pacífica. Governança e participaçãoOs cidadãos defenderam maior descentralização, incluindo a realização das eleições autárquicas, melhorias na administração pública e uma distribuição mais justa de bens públicos e assistência social. Reforçaram a importância da transparência, da responsabilização e de instituições sólidas capazes de entregar serviços eficazes. Estas vozes e prioridades irão orientar a formulação do próximo Quadro de Cooperação das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, alinhado ao Plano Nacional de Desenvolvimento, garantindo que as aspirações da população guineense permanecem no centro da ação conjunta com o Governo. As comemorações culminaram em Bissau, com um encontro sobre paz e cooperação no Centro Cultural Franco‑Bissau‑Guineense, seguido de um evento cultural vibrante na Praça de Bandim, que reuniu milhares de pessoas. Este momento simbolizou o espírito do 80.º aniversário: a ação local como motor do progresso global, reafirmando que as Nações Unidas estão presentes em todas as regiões, todas as aldeias e em cada cidadão que acredita na dignidade, na justiça e num futuro melhor para todos. Juntos — comunidades, Governo, parceiros e Nações Unidas — continuamos a trabalhar por uma Guiné‑Bissau mais inclusiva, mais resiliente e onde ninguém fica para trás.
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História
22 abril 2026
Universidade Lusófona da Guiné promove 1.ª Conferência Diplomática sobre Diplomacia e Desafios Globais
Mais de 200 estudantes dos cursos de Ciências Políticas e Relações Internacionais da Universidade Lusófona da Guiné participaram hoje na 1.ª Conferência Diplomática, realizada sob o lema “Diplomacia e Desafios Globais”.O evento contou com a participação do Embaixador da União Europeia, Federico Bianchi, do Embaixador de França, Arnaud Roux, e da Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Geneviève Boutin, que responderam a uma ampla gama de questões colocadas pelos estudantes. Os debates abordaram temas centrais da agenda internacional, incluindo o funcionamento do mecanismo de veto da ONU, as razões pelas quais os países africanos não são membros permanentes do Conselho de Segurança, as consequências dos cortes de financiamento dos Estados Unidos para a Guiné-Bissau, e a forma como a ONU trabalha com países que ainda não alcançaram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.Outras questões de destaque incluíram até que ponto a diplomacia defende os interesses dos povos e não apenas dos governos, as razões de algumas abstenções na Assembleia Geral das Nações Unidas, incluindo o caso recente da França, bem como o reconhecimento da escravatura como um dos maiores crimes contra a humanidade, conforme proposto pelo Gana. Os participantes refletiram ainda sobre os 50 anos de cooperação entre a União Europeia e a Guiné-Bissau e os caminhos para fortalecer parcerias sustentáveis e mutuamente benéficas. A conferência reforçou o papel da universidade como espaço de diálogo, pensamento crítico e aproximação entre a juventude e a diplomacia, promovendo uma melhor compreensão do mandato, dos relatórios e do trabalho das organizações internacionais na Guiné-Bissau. #Diplomacia #DesafiosGlobais #Multilateralismo #NacoesUnidas #UniaoEuropeia #Juventude #CienciasPoliticas #RelacoesInternacionais #ODS #AfricaNoCentro
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História
14 abril 2026
ONU em ação conjunta pelas comunidades de Quinara e Tombali
Uma delegação da equipa país das Nações Unidas na Guiné-Bissau, composta pela Coordenadora Residente, pela Representante Residente do PNUD, pelo Representante da OIM e pelo pessoal da FAO , PNUD e UNICEF, acompanhados pela Diretora do IBAP, realizou uma missão de terreno às regiões de Quinara e Tombali. A missão incluiu visitas a diversos projectos e iniciativas apoiadas pelas Nações Unidas no país. A ONU reforça o seu compromisso em investir na resiliência das comunidades — em particular das mulheres — como fator essencial para acelerar os ODS e reforçar as comunidades. As iniciativas apoiadas estão a restaurar ecossistemas, dinamizar economias locais e melhorar as condições de vida da população, enquanto confirmam que a atuação conjunta das agências da ONU com abordagens integradas geram impactos mais duradouros.Intervenções em destaque• Conservação ambiental e recuperação florestal• Reforço da resiliência climática• Melhoria da governação local• Fortalecimento socioeconómicoEm Buba, a delegação visitou a Praça Digital, um espaço que promove a inclusão digital e o reforço de capacidades dos jovens no âmbito da transformação digital com o apoio do PNUD. A equipa interagiu também com a rádio Papagaio, a rádio comunitária local, reconhecendo o seu papel essencial como interlocutores com as comunidades remotas, e identificando oportunidades para reforçar o trabalho conjunto. A visita incluiu ainda o centro de produção de Bubacalhau, apoiado pelo PNUD através do GEF, que beneficia diretamente uma associação de mulheres e suas famílias. Durante a missão, foi entregue uma piroga à associação, contribuindo para o reforço de recursos e autonomia das suas atividades de transformação de pescado.A delegação visitou também a Casa de Justiça de Buba, apoiada pelo PNUD com financiamento do Governo do Japão, uma estrutura fundamental para promover o acesso à justiça, proteger os direitos humanos e fortalecer o Estado de direito ao nível local. Em Cacine, a equipa visitou uma escola beneficiária de infraestruturas WASH, incluindo múltiplas latrinas adaptadas, apoiado pelo UNICEF com financiamento de Espanha através da Câmara Municipal de Albacete contribuindo para melhores condições de higiene e inclusão. Foi igualmente visitado o posto fronteiriço de Cacine, reabilitado pelo PNUD com o apoio do Fundo para a Consolidação da Paz, em parceria com o UNODC, no âmbito do reforço da resposta institucional ao tráfico de drogas, ao crime organizado e à insegurança transfronteiriça.Ainda em Cacine, a missão visitou iniciativas de adaptação e resiliência comunitária apoiadas pelo PNUD através do GEF, implementadas por associações locais de mulheres comprometidas com a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável.Em Cantanhez, a equipa visitou o parque onde conheceu o trabalho desenvolvido pelo IBAP na conservação ambiental e no reforço da resiliência comunitária e visitou o viveiro que foi desenvolvido com o apoio do PNUD através do projecto Coastal financiado pelo GEF. Para as Nações Unidas, investir na conservação ambiental, no empoderamento das mulheres e no fortalecimento das comunidades é acelerar soluções locais que promovem um desenvolvimento mais resiliente, inclusivo e sustentável. Nações Unidas Guiné-Bissau PNUD Guiné-Bissau FAO Guiné-Bissau OIM Guiné-Bissau Unicef Guiné-Bissau#ONU#FAO#OIM#PNUD #UNICEF#GuineBissau#DesenvolvimentoSustentavel
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História
12 março 2026
Reforço do Sistema de Saúde na Guiné-Bissau
As Nações Unidas, com o apoio de Organização Mundial da Saúde - OMS Guiné-Bissau, Unicef Guiné-Bissau e PNUD Guiné-Bissau, entregaram materiais médicos, equipamentos biomédicos e ambulâncias ao Governo da Guiné-Bissau. Entre os equipamentos estão duas clínicas móveis, um laboratório móvel, 11 ambulâncias, 25 concentradores de oxigénio e outros insumos essenciais, que irão melhorar o atendimento a recém-nascidos, crianças e pacientes que necessitam de cuidados essenciais, apoiando os profissionais de saúde em todo o país. Não há dúvida de que esta contribuição substancial levará a um aumento e à utilização de serviços de qualidade em áreas remotasA iniciativa contou ainda com o apoio de parceiros de desenvolvimento, incluindo o Banco Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Islâmico de Desenvolvimento, bem como COVAX (com financiamento do Governo do Canadá), o Fundo Global e a Gavi.As Nações Unidas seguem comprometidas com um sistema de saúde mais forte e com o acesso a cuidados de qualidade para todas as pessoas na Guiné-Bissau.
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História
11 março 2026
Resultados e Prioridades de Desenvolvimento da ONU em Guiné-Bissau
A ONU apresentou os 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐔𝐍𝐒𝐂𝐃𝐅 𝟐𝟎𝟐𝟓, Relatório de Avaliação do Quadro Estratégico das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (2022–2026) à Secretária de Estado da Cooperação Internacional e das Comunidades.No encontro, foram discutidas as 𝐩𝐫𝐢𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐎𝐍𝐔 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 e o funcionamento da Unidade de Gestão e Coordenação da Ajuda ao Desenvolvimento, com foco em melhorar a eficácia e a gestão das iniciativas de desenvolvimento no país.#ONUGuinéBissau #DesenvolvimentoSustentável #CoordenaçãodaAjuda #GuinéBissau
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História
09 fevereiro 2026
ONU reforça compromisso ambiental em visita técnica aos vazadouros de Antula e Safim
Reafirmando o compromisso contínuo das Nações Unidas em fortalecer as capacidades nacionais, apoiar soluções sustentáveis e melhorar as condições de vida da população, uma equipa da ONU, composta pela Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas, pela Representante do PNUD e por técnicos ambientais, realizou no dia 9 de fevereiro uma visita conjunta aos vazadouros de Antula e Safim.
O principal motivo desta visita foi observar, no terreno, a aplicação do Método Fukuoka, uma tecnologia japonesa inovadora para a gestão de resíduos, implementada com o apoio de especialistas do Japão, bem como avaliar de perto a situação ambiental crítica decorrente da má gestão dos resíduos sólidos urbanos e das suas consequências para a saúde pública, o ambiente e os ecossistemas costeiros.
Durante a visita, a delegação manteve um diálogo direto com catadores e compradores de resíduos no vazadouro de Safim, reforçando a importância da economia circular, da valorização dos materiais recicláveis e da promoção de meios de subsistência mais dignos.
Esta iniciativa é implementada pelo PNUD em parceria com a UN‑Habitat, com financiamento do Governo do Japão.
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Comunicado de Imprensa
08 março 2026
Secretário-Geral da Nações Unidas sobre o Dia Internacional da Mulher: Oito ações para um mundo mais igualitário.
No decurso de quase uma década como Secretário-Geral das Nações Unidas vi o nosso mundo ser repetidamente posto à prova - por choques climáticos, agravamento da pobreza, conflitos violentos e redução do espaço cívico.No entanto, também testemunhei o surgimento de muitas soluções, todas elas com um denominador comum: as mulheres.Nesta ocasião em que o mundo assinala o Dia Internacional da Mulher, é tempo de reconhecer que a desigualdade de género é o maior desafio de direitos humanos que enfrentamos e que a promoção da igualdade constitui um dos motores mais fortes do desenvolvimento sustentável e da paz.Para enfrentar esse desafio, e com base na minha própria experiência e inspirando-me no trabalho do sistema das Nações Unidas e de movimentos da sociedade civil em todo o mundo, proponho oito áreas de ação destinadas a promover os direitos das mulheres e a alcançar resultados concretos.1. Corrigir os Desequilíbrios de Poder. A igualdade de género é uma questão de poder, mas as instituições dominadas por homens continuam a moldar o nosso mundo. Uma maré crescente de autoritarismo está a aprofundar estas desigualdades, revertendo conquistas arduamente alcançadas – de práticas laborais justas a direitos reprodutivos – e enraizando preconceitos raciais e de género que limitam a vida das mulheres. A igualdade de género eleva as sociedades. Quando o poder é partilhado, a liberdade expande-se.2. Fazer da Paridade uma Prioridade. As mulheres estão extremamente sub-representadas em governos e administrações empresariais em todo o mundo. Na ONU, decidimos fazer da paridade uma prioridade, começando pela liderança de topo. Alargámos a procura de candidatas qualificadas – sem baixar padrões de exigência. A ONU saiu fortalecida, com uma melhor cultura de trabalho e um processo de tomada de decisões mais inclusivo. A lição é clara: quando as instituições optam pela igualdade, os resultados aparecem. 3. Apostar no Investimento Mais Rentável. O investimento nas mulheres gera retornos extraordinários. Cada dólar investido na educação de meninas, resulta num retorno três vezes superior. No âmbito da saúde materna e do planeamento familiar, a rentabilidade ascende a oito vezes o investimento. As políticas de apoio às famílias – como cuidados infantis e apoio a idosos – fortalecem as comunidades e estimulam o crescimento. Em conjunto, todos estes esforços estão na base da redução das desigualdades de género – e encerram o potencial de aumentar o rendimento nacional em cerca de 20%.4. Assegurar um lugar à mesa de negociações de Paz. Os acordos de paz são mais duradouros quando as mulheres participam na sua negociação e aplicação. No entanto, em demasiados conflitos – incluindo Gaza, Ucrânia e Sudão – as mulheres têm sido praticamente afastadas, apesar de suportarem o maior fardo da guerra. Num tempo de crescente instabilidade, a inclusão não é uma mera exigência simbólica – mas a melhor via para estabilizar um mundo fraturado.5. Acabar com a Discriminação Legal. À escala global, as mulheres detêm apenas 64% dos direitos legais usufruídos pelos homens. Em demasiados lugares, não podem deter propriedade, trabalhar livremente ou pedir o divórcio. Mesmo em muitos países onde vigoram algumas garantias jurídicas, enfrentam barreiras acrescidas no acesso à justiça. Todos os países devem assumir o compromisso de eliminar leis discriminatórias e garantir que os direitos são efetivamente aplicados na prática.6. Tolerância Zero para com a Violência de Género - e Zero Desculpas. A violência contra as mulheres é uma emergência global, enraizada na desigualdade e sustentada pelo silêncio. Todas as mulheres e meninas têm o direito de viver sem medo. Contudo, a violência baseada no género – incluindo exploração e abuso sexual – continua a ser uma realidade que viola a confiança e o respeito pela humanidade. Devemos enfrentá-la em todo o lado: com tolerância zero, total responsabilização dos perpetradores e apoio inabalável às sobreviventes.7. Eliminar distorções no setor tecnológico. Dado que as mulheres representam apenas um quarto do total dos profissionais no setor tecnológico, o preconceito está cada vez mais integrado nos sistemas que moldam o nosso quotidiano. Entretanto, a misoginia online dispara. As empresas tecnológicas e os governos devem agir em conjunto para criar espaços digitais seguros e inclusivos e o mundo deve redobrar esforços para remover as barreiras que impedem às meninas o acesso à ciência e à tecnologia. 8. Integrar a perspetiva de Género na Ação Climática. As alterações climáticas são “sexistas”. Quando geram crises alimentares, verifica-se que, muitas vezes, as mulheres são as últimas a ter acesso a alimentos; quando geram situações de emergência verifica-se que as mulheres enfrentam maior perigo. Acresce que que as meninas deparam-se com uma maior probabilidade de casamento infantil quando os meios de subsistência colapsam. Mas as mulheres também lideram soluções climáticas – promovendo legislação verde, impulsionando movimentos globais e liderando mudanças no terreno. Um planeta habitável exige políticas climáticas sensíveis ao género: igual acesso a empregos verdes, melhor proteção em situações de emergência e participação plena na tomada de decisões ambientais.Por todo o mundo, vi que estas oito áreas de ação funcionam na prática – em zonas de guerra e em contextos de reconstrução, em parlamentos e em salas de aula, em organizações e em comunidades. Se os líderes levarem a sério a igualdade de género e se comprometerem com estas ações agora, mudaremos o mundo – para as mulheres e meninas e para todos nós.
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Comunicado de Imprensa
06 fevereiro 2026
Dia Internacional da Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina
Hoje assinalamos o Dia Internacional da Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina, sob o lema “Rumo a 2030: Não há fim para a MGF sem compromisso e investimentos sustentáveis”.A mutilação genital feminina (MGF) é uma grave violação dos direitos humanos, com consequências físicas, psicológicas e sociais ao longo de toda a vida. Globalmente, mais de 230 milhões de meninas e mulheres vivem com os seus impactos.Na Guiné-Bissau, estima se que 400.000 meninas e mulheres tenham sido submetidas à MGF, com taxas alarmantes de prevalência em Gabú (96%), Bafatá (87%) e Quinara (59%). Sem uma ação acelerada, metade das meninas poderá estar em risco nos próximos anos.Pôr fim à MGF exige investimento sustentável e de longo prazo, nomeadamente em:• Educação das raparigas, garantindo que todas têm acesso às oportunidades e ao conhecimento necessários para decidirem sobre o seu próprio futuro.• Empoderamento de adolescentes e jovens, fortalecendo a sua capacidade de questionar práticas nocivas e promover a igualdade de género.• Transformação das normas sociais, através do trabalho com comunidades, líderes religiosos e tradicionais, famílias e agentes locais, para mudar atitudes e comportamentos.• Amplificação das vozes das sobreviventes, assegurando que as suas experiências orientam políticas e ações comunitárias. #invest2endfgm #EndFGM #GuinéBissau #DireitosDasMulheres #TolerânciaZeroMGF
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Comunicado de Imprensa
26 dezembro 2025
Declaração à Imprensa – Detenções Arbitrárias na Guiné-Bissau
A libertação, na terça-feira, de seis figuras da oposição detidas na Guiné-Bissau é um passo encorajador. No entanto, é necessário fazer mais. As autoridades devem pôr fim a todas as detenções arbitrárias e a todas as formas de intimidação, incluindo ataques físicos contra defensores dos direitos humanos e restrições às liberdades de expressão, associação e reunião pacífica.O nosso Escritório teve acesso a quatro indivíduos detidos na semana passada, o que constitui um passo importante. Contudo, as famílias de vários outros detidos continuam sem informações sobre o seu destino, paradeiro ou acusações contra eles. Isto pode equivaler a desaparecimento forçado. Apelamos aos atores responsáveis para que assegurem a libertação imediata e incondicional de todas as pessoas detidas pelo exercício dos seus direitos humanos.FIMhttps://www.ohchr.org/en/press-releases/2025/12/guinea-bissau-authorities-must-end-arbitrary-detentions-and-all-forms?fbclid=IwY2xjawO7o7RleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEexrwMzZc5wSuWndn5omio-GfqO6--oJo2K9cszauGUkorMbo6lB0BVMB-WQI_aem_AtI4bcjEv9iO_gsrN9OY8g
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Comunicado de Imprensa
28 novembro 2025
Declaração do Porta-voz do Secretário-Geral – sobre a Guiné-Bissau
O Secretário-Geral está profundamente preocupado com os acontecimentos em curso na Guiné-Bissau. Ele condena veementemente o golpe de Estado perpetrado por elementos das forças armadas e qualquer tentativa de violar a ordem constitucional. Ele sublinha que qualquer desrespeito pela vontade do povo, que votou pacificamente durante as eleições gerais de 23 de novembro, constitui uma violação inaceitável dos princípios democráticos.O Secretário-Geral apela à restauração imediata e incondicional da ordem constitucional, bem como à libertação de todos os funcionários detidos, incluindo os responsáveis pelo processo eleitoral, líderes da oposição e outros atores políticos. Ele insta todas as partes interessadas a exercerem a máxima contenção, a defenderem as instituições democráticas e o Estado de direito, e a respeitarem a vontade do povo, agindo em conformidade com as suas obrigações ao abrigo do direito internacional dos direitos humanos. Ele enfatiza que os litígios devem ser resolvidos através de um diálogo pacífico e inclusivo e por vias legais.O Secretário-Geral reafirma o pleno apoio das Nações Unidas aos esforços da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, da União Africana e do Fórum de Anciãos da África Ocidental para salvaguardar a democracia, promover a estabilidade e ajudar a Guiné-Bissau a concluir o processo eleitoral de forma pacífica e a regressar rapidamente ao seu caminho democrático.Stéphane Dujarric, Porta-voz do Secretário-Geral
Nova Iorque, 27 de novembro de 2025
Nova Iorque, 27 de novembro de 2025
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Comunicado de Imprensa
28 novembro 2025
Türk deplora violações pós-golpe e apela ao respeito pelos direitos humanos
Türk deplora violações pós-golpe e apela ao respeito pelos direitos humanosGENEBRA (28 de novembro de 2025) – O Chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Türk, apelou nesta sexta-feira às autoridades militares da Guiné-Bissau para que respeitem e protejam os direitos humanos, após relatos de prisões motivadas politicamente e uso de força desnecessária ou desproporcional na sequência do golpe de Estado de 26 de novembro.Pelo menos 18 pessoas foram detidas arbitrariamente, entre elas funcionários do Governo, magistrados e líderes da oposição. A maioria estaria sendo mantida incomunicável.“Estou profundamente alarmado com relatos de violações de direitos humanos na Guiné-Bissau após o golpe, incluindo prisões e detenções arbitrárias de autoridades governamentais e líderes da oposição, bem como ameaças e intimidação contra órgãos de comunicação e jornalistas”, disse Türk. “É fundamental que as autoridades militares cumpram as normas e padrões internacionais de direitos humanos, garantindo, entre outras medidas, a libertação imediata e incondicional de todas as pessoas detidas arbitrariamente.”Após o golpe – que ocorreu enquanto o povo da Guiné-Bissau aguardava os resultados das eleições presidenciais e parlamentares realizadas em 23 de novembro – várias rádios independentes foram temporariamente encerradas durante invasões ilegais às suas sedes. O acesso à Internet e às redes sociais também foi interrompido na quarta e quinta-feira.O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos também expressou preocupação com relatos de que as forças de segurança usaram força desnecessária ou desproporcional, incluindo munição real, para dispersar manifestantes pacíficos após o golpe na capital, Bissau.“As autoridades militares devem garantir que respeitam plenamente as liberdades fundamentais de todos, incluindo o direito à reunião pacífica”, afirmou Türk.Ele reiterou a forte condenação do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, à tomada militar do poder e seu apelo para a restauração imediata e incondicional da ordem constitucional na Guiné-Bissau. Türk também manifestou preocupação com a decisão das autoridades militares de suspender o processo eleitoral, em violação ao direito dos cidadãos de participar nos assuntos públicos do seu país.https://www.ohchr.org/en/press-releases/2025/11/guinea-bissau-turk-deplores-post-coup-violations-urges-respect-human-rights?fbclid=IwY2xjawOW3hNleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFNMm81OENZcXA1b2Rya3JRc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHksjIZgb5-JK0raT1-WSzD8MKqNFrFB0ye8J694uDG-cFUSb8VcCfwstU9Nt_aem_xYohH7d6Mkc73BfPWRYK_Q
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